
No Serra Dourada, um contraste de realidades entre Atlético-GO e Vasco.
O primeiro tempo foi truncado, com nenhuma das equipes dando espaço. Renê Simões marcou os pontas do rival. Dessa forma, Felipe teve a bola dominada, mas não concluía o passe, pois Éder Luís e Zé Roberto (apagado) sempre contavam com a companhia de um marcador. O camisa seis vascaíno então viu-se obrigado a tentar outra alternativa, o chute em distância, e assim criou o lance de mais perigo da partida, até então.
Sem Elias, os goianos tiveram em Anaílson sua fonte de criação. O ex-São Caetano chegava à área adversária, mas seus companheiros, afobados demais, concluíam mal. Era perceptível o desespero e a gana dos atleticanos.
Com o 0x0 persistindo no placar, a partida ficou mais aberta na segunda etapa. O rubro-negro aumentou a pressão, seus atacantes perdiam gols incríveis, e os cariocas iam se segurando como dava, até Carlinhos ser expulso.
O cartão vermelho não só deixou a lateral esquerda desguarnecida. Ele mexeu no time todo. Como o "bacalhau" já havia colocado dois atacantes e um meia em campo, Acácio teve que improvisar. Sem sucesso, o Vasco acabou com seu lado esquerdo e ataque afetados.
A pressão do clube da casa aumentou, e como uma recompensa, após uma linda defesa de Prass, a bola caiu nos pés de Anaílson. Gol do Atlético. A partir daí os cruzmaltinos se "renderam", restava apenas esperar o fim do jogo.
Márcio anotou o segundo tento do rubro-negro, de pênalti.
A tática de PC não deu certo ontem. Acontece. Renê soube neutralizar as armas vascaínas. Deixou Felipe com a bola, e bloqueou suas opções de passe.
O Vasco faz turismo no Brasileirão. O Atlético-GO quer deixar a situação cada vez mais emocionante na parte de baixo.
Grande abraço
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