
Andrade, atual treinador campeão brasileiro, veio à público expor seu drama.
Segundo o ex-flamenguista, faltam oportunidades de emprego, algo inexplicável pelo que foi conquistado em 2009. Ele se coloca como profissional altamente qualificado e injustiçado, pleiteando um lugar ao sol e questionando a administração da presidente Patrícia Amorim.
Chegou a ser usado um argumento racista para seu desemprego. Sinceramente, não há fundamentos. É mais um ato desesperado, com pouca ou nenhuma influência racional.
Vamos analisar sua real importância e qualificação como técnico.
Ano passado não foi a primeira vez em que Andrade assumiu o time. As experiências anteriores, foram mal-sucessidas. Ele mal conseguiu vencer, colecionando uma série de derrotas e empates. É bom deixar claro também que ele nunca teve em suas mãos uma equipe tão qualificada quanto à de Adriano e Petkovic.
Sobre o último ano. Qual a sua parcela na conquista do título? É muito claro que ele se aproveitou do elenco que tinha, sem inventar muito. O que é um mérito, pois a maioria dos técnicos gosta de dar uma de "professor pardal", deixando seus egos se elevarem aos objetivos do clube. Resumindo: quanto menos um técnico interfere no time, melhor. Ou seja, treinador possui uma importancia pequena na vitoria.
Andrade foi esperto e inteligente ao ouvir Bruno, Pet e Adriano, deixou o time fluir e se consagrou.
No início do ano, se mostrou despreparado. Negociou de forma infantil e egoísta com o Flamengo, desejando um salário alto para sua experiência. Aí já deu pra perceber que seu ego foi lá em cima com o título.
Renovou e começou o carioca sem saber lidar com as questões técnicas e administrativas do time. Virou bagunça e ele foi demitdo. Lembrando que em sua demissão Andrade resolveu se unir ao até então desafeto Marcos Braz, com quem trocou farpas durante as negociações para a renovação. Mais uma demonstração de uma atitude pouco madura e mal assessorada.
Ele recebeu proposta do Atlético-GO. Não aceitou. Com o Ipatinga, mais recentemente, agiu da mesma forma. O salário foi o entrave.
O que ocorre trata-se de uma questão de ego, independe da falta oportunidades. Elas aparecem, são escassas, algo comum dentro da competitividade do mercado de trabalho. Ele as recusa, pois acredita estar num nível acima. Times pequenos não atendem às suas expectativas. Então, paciência...
Essa parte do orgulho, unida a grande identificação com o rubro-negro, só o prejudica.
Grande abraço
Segundo o ex-flamenguista, faltam oportunidades de emprego, algo inexplicável pelo que foi conquistado em 2009. Ele se coloca como profissional altamente qualificado e injustiçado, pleiteando um lugar ao sol e questionando a administração da presidente Patrícia Amorim.
Chegou a ser usado um argumento racista para seu desemprego. Sinceramente, não há fundamentos. É mais um ato desesperado, com pouca ou nenhuma influência racional.
Vamos analisar sua real importância e qualificação como técnico.
Ano passado não foi a primeira vez em que Andrade assumiu o time. As experiências anteriores, foram mal-sucessidas. Ele mal conseguiu vencer, colecionando uma série de derrotas e empates. É bom deixar claro também que ele nunca teve em suas mãos uma equipe tão qualificada quanto à de Adriano e Petkovic.
Sobre o último ano. Qual a sua parcela na conquista do título? É muito claro que ele se aproveitou do elenco que tinha, sem inventar muito. O que é um mérito, pois a maioria dos técnicos gosta de dar uma de "professor pardal", deixando seus egos se elevarem aos objetivos do clube. Resumindo: quanto menos um técnico interfere no time, melhor. Ou seja, treinador possui uma importancia pequena na vitoria.
Andrade foi esperto e inteligente ao ouvir Bruno, Pet e Adriano, deixou o time fluir e se consagrou.
No início do ano, se mostrou despreparado. Negociou de forma infantil e egoísta com o Flamengo, desejando um salário alto para sua experiência. Aí já deu pra perceber que seu ego foi lá em cima com o título.
Renovou e começou o carioca sem saber lidar com as questões técnicas e administrativas do time. Virou bagunça e ele foi demitdo. Lembrando que em sua demissão Andrade resolveu se unir ao até então desafeto Marcos Braz, com quem trocou farpas durante as negociações para a renovação. Mais uma demonstração de uma atitude pouco madura e mal assessorada.
Ele recebeu proposta do Atlético-GO. Não aceitou. Com o Ipatinga, mais recentemente, agiu da mesma forma. O salário foi o entrave.
O que ocorre trata-se de uma questão de ego, independe da falta oportunidades. Elas aparecem, são escassas, algo comum dentro da competitividade do mercado de trabalho. Ele as recusa, pois acredita estar num nível acima. Times pequenos não atendem às suas expectativas. Então, paciência...
Essa parte do orgulho, unida a grande identificação com o rubro-negro, só o prejudica.
Grande abraço
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