
O jogo de hoje mostrou que essas duas equipes, com esses times que estão aí, não vão a lugar algum. O Goiás deve ocupar a zona intermediária, e o Vasco, com esse time, cai. A sorte é que em agosto os reforços vão jogar e dar um aumento substancial de qualidade aos cariocas.
No primeiro tempo, não houve emoção. Um jogo sem técnica, onde os dois times apresentaram poucas opções de criação. O Vasco criava todas suas jogadas com Fágner, que contou com a boa colaboração de Jonathan por ali. O time não jogou pela outra lateral, e pelo meio a saída de jogo ficou a cargo do cabeça de área Nilton, e essa não é a dele. Jeferson não fez nada. Não buscou o jogo, se omitiu. Com a chegada de Zé Roberto, Felipe e a volta de Carlos Alberto, ele fica sem chances. O Goiás criava suas jogadas com Bernardo e Hugo, que se machucou e sobrecarregou o primeiro. Bernardo tem qualidade, é bom jogador, mas não joga sozinho. Ele precisa de jogadores de nível para auxiliá-lo, o que não é o caso. No fim da primeira etapa, houveram duas boas chances para os goianos, e Prass salvou. É bom deixar claro que essas duas jogadas se originaram de bolas rebatidas de faltas ou só de faltas mesmo, sem nenhum apelo técnico.
O segundo tempo começou mais aberto, devido a necessidade dos dois times de buscarem o gol. Com isso, mais chances. O Goiás disperdiçou uma clara chance com Everton Santos, que é um ponta. É interessante ver que os goianos jogam sem um jogador fixo na área, fazendo o jogo girar totalmente pelo Bernardo. O Vasco teve uma chance com Jonathan, que é bom jogador. Fágner parou de apoiar no segundo tempo, deixando o Vasco sem sua única fonte de criação e obrigando o camisa nove Nunes a vir buscar jogo no meio campo, falhando em todas suas tentativas, já que não é a dele. Há de se destacar o volante Rômulo, do Vasco. Bom jogador mesmo, promete. No final do jogo um lance incrível, em que o Goiás meteu uma bola no travessão e depois o Prass ( voltando a boa forma) conseguiu afastar a bola. Hoje, saiu lucrando o Vasco.
Resumindo, Um jogo pouco criativo, não por opção, mas pela falta de condição das duas equipes mesmo.
Grande abraço
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