
Vasco e Prudente fizeram um jogo brigado e de pouco brilho.
Os cariocas começaram com tudo, criando chances e perdendos muitos gols. As principais jogadas saíam pela lateral direita, com Fágner. O lateral cruzmaltino é muito bom jogador. Apoia com qualidade e faz fluir o jogo do time.
Eder Luis e Zé Roberto imprimiram um ritmo veloz ao Vasco, fazendo com que o time chegue rápido ao ataque. Zé Roberto, em especial, está em excelente forma. Correu o jogo todo e participou da maioria (para não dizer todos) dos lances de ataque dos vascaínos. Ele só precisa ter um pouco menos de preciosismo nas jogadas.
O cariocas chegaram no primeiro gol pegando a defesa do Prudente despercebida, mal posicionada. Fagner deu um belíssimo passe e Eder Luis teve a calma e a técnica para concluir da melhor forma.
Para mim o time é esse. Carlos Alberto está jogando por grife. Ele mais atrapalha, com sua violência, displicência e individualismo, que ajuda.
De resto, Max parece ocupar de vez a lateral esquerda ( apesar de ser destro) e Felipe precisa melhorar sua forma física. No segundo tempo foi vísivel sua queda de ritmo. Que é bom jogador, todos sabem. É preciso apenas que ele esteja realmente apto a estar no time, pois seu cansaço influenciou diretamente no desempenho negativo dos cariocas no segundo tempo.
E como a bola parou de chegar ao ataque da equipe carioca, o Prudente cresceu no jogo. Marcelo Oliveira se esforçava, conseguia construir belas jogadas individuais, mas sempre falhava no último passe. De tanto insistir, os paulistas chegaram ao empate.
Entretanto, o elétrico PC Gusmão acordou o time e o Vasco marcou o segundo gol. O que não deu pra entender foi o motivo de Nilton ter sido escolhido para cobrar o pênalti. Existem outros diversos jogadores mais hábeis que o camisa cinco para bater uma penalidade. Dessa vez ele deu sorte de o rebote parar no seu pé. De qualquer forma, é bom os cruzmaltinos pararem de "tentar a sorte".
Grande abraço
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