
Ontem, dia cinco de agosto, Vitória e Santos protagonizaram a final de Copa do Brasil mais fácil dos últimos tempos.
O Santos levou a competição com os pés nas costas. Do início ao fim, deu show em todas as partidas.
A trajetória do Vitória não foi tão meteórica, mas se deu de forma tranquila. Os baianos deram a sorte de pegar uma chave sem muitos obstáculos. O maior deles, teoricamente, foi o Vasco. O time cruzmaltino ainda não contava com seus reforços, e por isso foi presa fácil.
A partida não foi nada emocionante. O time da Bahia começou ditando o ritmo do jogo, mas sem objetividade. Trabalhava pela esquerda com Egídio e chegava ao gol adversário através das bolas paradas de Ramon. O camisa dez rubro-negro esteve apagado durante todo o jogo. A bola não chegava nele e ele também não ia buscá-la. Elkesson apareceu um pouco mais, levou um pouco mais de perigo, mas ainda assim muito pouco para o que se espera de uma final. Bida jogou bem, participava sempre da saída de bola do Vitória e teve grande participação na defesa.
Um pará
grafo especial para o Junior. Belo jogador. O camisa nove se sacrificou indo buscar jogo no meio, indo ajudar a defesa, fazendo trabalho de pivô e também cruzando bolas na área. Jogou sozinho e quase conseguiu marcar dois belos gols. Um se tornou realidade. Ricardo Silva errou ao colocar Schwenk como seu parceiro de ataque. Ele deslocou o ex-jogador do Botafogo para jogar pelas pontas, e essa não é a dele. Resultado: não apareceu no jogo inteiro.
grafo especial para o Junior. Belo jogador. O camisa nove se sacrificou indo buscar jogo no meio, indo ajudar a defesa, fazendo trabalho de pivô e também cruzando bolas na área. Jogou sozinho e quase conseguiu marcar dois belos gols. Um se tornou realidade. Ricardo Silva errou ao colocar Schwenk como seu parceiro de ataque. Ele deslocou o ex-jogador do Botafogo para jogar pelas pontas, e essa não é a dele. Resultado: não apareceu no jogo inteiro.
O Santos começou o jogo meio atabalhoado. Robinho tratou de acalmar os ânimos e fez o time jogar aquela bola de sempre. Os santistas perderam inúmeras oportunidades de gol (como sempre) e conseguiram marcar um ( O Santos raramente passa em branco). Neymar cruzou a bola com perfeição e Edu Dracena subiu sozinho para marcar. Haviam dois jogadores do Santos livre. Júnior devia estar marcando pelo menos um deles.
O Vitória chegou mais longe do que poderia. O Santos fez aquilo que dele lhe era esperado.
Grande abraço
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